País do Futuro
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Sabe qual é a diferença entre comunismo, capitalismo, socialismo e cristianismo? No comunismo divide-se o que é dos outros; no capitalismo divide-se só pra quem pode pagar, no socialismo não tem o que dividir e no cristianismo voluntariamente multiplica-se o pouco que se tem e ainda sobra dividindo o que é de todos, para todos, igualmente com amor e carinho.
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Uni-vos
Sabe a razão dos metalúrgicos serem os mais bem pagos do Brasil? E termos eleito um presidente? É simples. SOMOS UNIDOS! Metalúrgico vota em metalúrgico. Trabalhador vota em Trabalhador. Sabe a razão dos professores serem o pior salário para uma categoria profissional? Professor não vota em professor. Policial não vota em policial. Caminhoneiro não vota em caminhoneiro. E claro quem detém o poder, a mídia e o capital como banqueiros e multinacionais querem e estimulam a desunião do trabalhador, pois só desunindo-nos conseguirão manter os lucros às custas de baixo salário e mínimas condições de dignidade no trato da coisa pública ( hospitais, escolas, transporte e moradia). Por isso trabalhadores de todo mundo: UNI-VOS!
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JK
Juscelino Kubitschek de Oliveira foi o 21º presidente do Brasil e responsável pela construção de Brasília. Durante seu mandato como presidente da República (1956-1961), o país viveu um período de grande desenvolvimento econômico e JK é, até hoje, um dos políticos mais admirados pela população brasileira, segundo apontam pesquisas de opinião.
Foi o poeta Augusto Frederico Schmidt – conselheiro de JK na Presidência da República – quem criou o slogan “Cinquenta anos em cinco”, que caracterizou o governo de JK e seu Plano de Metas. Esse plano, contendo 31 metas, concentrou-se no desenvolvimento de setores como energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção da nova capital foi, no entanto, a meta considerada mais importante.
Durante o governo JK, o moderno e o novo refletiram-se também na cultura nacional. Nessa época, surgiu a bossa nova na música popular brasileira, cujo termo tornou-se comum nos anos 60, simbolizando o que era novo e moderno. JK foi chamado de “presidente bossa nova”, por seu espírito jovem e empreendedor, e foi cantado em versos pelo compositor Juca Chaves, na música intitulada Presidente bossa nova. A canção fala de JK como um presidente risonho, simpático e original.
A política desenvolvimentista de JK proporcionou rápida industrialização do país, particularmente o crescimento da indústria automobilística. Esse crescimento econômico, aliado à construção de Brasília, também aumentou a dívida pública e a inflação. Mesmo assim, o fato não chegou a abalar a popularidade de JK, que tinha projeto de voltar à Presidência em 1965, frustrado, no entanto, pelo golpe militar de 1964.
Carreira
Nascido no dia 12 de setembro de 1902 em Diamantina (MG), JK casou com Sarah Gomes de Lemos, em 1931, com quem teve duas filhas: Márcia e Maria Estela. Seu pai, João César de Oliveira, foi caixeiro-viajante, tendo exercido também outras profissões. A mãe de JK, Júlia, era professora, tinha ascendência checa e etnia cigana, de onde vem o sobrenome Kubitschek, uma germanização do nome original Kubíček.
JK estudou medicina em Belo Horizonte, formando-se em 1927. Posteriormente, fez pós-graduação e estágio complementar em Paris e Berlim, em 1930, especializando-se em urologia. Após ser nomeado capitão-médico da Polícia Militar de Minas Gerais, serviu como médico durante a Revolução Constitucionalista de 1932, trabalhando junto às tropas mineiras. Sua carreira política começou em 1934, quando foi nomeado chefe da Casa Civil de Minas Gerais. Posteriormente, chegou ao posto de tenente-coronel médico da Polícia Militar de Minas Gerais.
Ainda em 1934, JK foi eleito deputado federal pelo então Partido Progressista, e exerceu o mandato até o fechamento do Congresso, no dia 10 de novembro de 1937, com o golpe do Estado Novo. Foi também prefeito de Belo Horizonte (1940-1945) e governador de Minas Gerais (1951-1955).
Em 1945, foi eleito deputado federal para a Assembleia Nacional Constituinte daquele ano pelo Partido Social Democrático (PSD), mesma agremiação pela qual se elegeu presidente da República, numa coligação com o PTB. O vice-presidente eleito na chapa de JK foi João Goulart. Depois do mandato de presidente, JK foi eleito senador pelo estado de Goiás, em 1962.
Apesar da grande popularidade de JK, sua eleição para presidente contou apenas com 36% dos votos válidos, a menor votação registrada de todos os presidentes eleitos entre 1945 e 1960. Naquela época, as eleições eram em turno único: JK obteve 3.077.441 votos, contra 2.610.462 votos dados ao general Juarez Távora, 2.222.725 votos para Ademar de Barros, e 714.319 votos para Plínio Salgado. Com a construção de Brasília, JK foi o último presidente a assumir o cargo no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, cuja posse ocorreu no dia 31 de outubro de 1955.
Acusações
JK também foi acusado diversas vezes de corrupção, desde os tempos em que exerceu o cargo de governador. Tais acusações se intensificaram no período em que foi presidente, principalmente devido à construção de Brasília, com denúncias de suposto superfaturamento das obras e favorecimento a empreiteiros ligados ao seu grupo político.
Outro caso polêmico em seu governo foi o da empresa aérea Panair do Brasil, acusada de manter o monopólio do transporte de pessoas e materiais enviados para a construção de Brasília. Durante a construção da nova capital, grande parte dos materiais e equipamentos utilizados na obra era transportada por aviões, pois ainda não havia estradas ligando a nova capital aos grandes centros urbanos. Nessa época, a imprensa chegou a dizer que JK teria a sétima maior fortuna do mundo, o que nunca foi provado. Durante a campanha eleitoral de 1960, que escolheria seu sucessor, tais denúncias de corrupção em seu governo foram amplamente exploradas pelo candidato Jânio Quadros, que prometia “varrer a corrupção” do país. JK era acusado ainda pelos adversários de ter apoio dos comunistas. Jânio venceu as eleições em 3 de outubro de 1960, com apoio da União Democrática Nacional (UDN).
Quando de sua morte seu inventário mostrou um patrimônio compatível com sua renda e sua viúva não teve uma vida fácil.
JK é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados pela população.
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JK
Juscelino Kubitschek também foi acusado diversas vezes de corrupção, desde os tempos em que exerceu o cargo de governador. Tais acusações se intensificaram no período em que foi presidente, principalmente devido à construção de Brasília, com denúncias de suposto superfaturamento das obras e favorecimento a empreiteiros ligados ao seu grupo político.
Nessa época, a imprensa chegou a dizer que JK teria a sétima maior fortuna do mundo, o que nunca foi provado. Durante a campanha eleitoral de 1960, que escolheria seu sucessor, tais denúncias de corrupção em seu governo foram amplamente exploradas pelo candidato Jânio Quadros, que prometia “varrer a corrupção” do país. JK era acusado ainda pelos adversários de ter apoio dos comunistas.
Quando de sua morte seu inventário mostrou um patrimônio compatível com sua renda e sua viúva não teve uma vida fácil.
JK é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados pela população.
E os brasileiros até hoje pagam o preço de ter votado num “caçador de corruptos”.
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Na sua idade
Na sua idade eu acordava as 4h00min e seguia a pé por 2 quilômetros até o ponto de ônibus. Trabalhava até as 17h00min e após 2 horas chegava na Faculdade após as 10h30min ia até o ponto de trólebus e 25 minutos depois pegava outro ônibus para 45 minutos depois chegar no ponto de ônibus e subir uma ladeira gigantesca até chegar em casa, tomar banho e jantar para depois ir dormir.
Aos 14 anos já trabalhava. Aos 15 anos trabalhava para ganhar um salário mínimo e andava 1 quilômetro para chegar até o local para esquentar a marmita e almoçar.
Teve uma época que trabalhei a noite também e estudava de dia!
Ralei muito, e mesmo depois de formado e ter casado com sua tia, fui fazer pós-graduação para manter minha empregabilidade.
Não tinha dinheiro para comprar um pão com manteiga, pois a manteiga era cara demais pro meu bolso.
Não tinha dinheiro para comprar livros e por isso ia na biblioteca circulante da cidade para pegar 1 livro emprestado por no máximo 15 dias.
Bebia água nos bebedouros que encontrava para mascarar a fome.
Passei noites, madrugadas e fins de semana estudando para dar um futuro digno para mim e para minha família.
Mas nada disso teria dado certo se não fosse a minha fé em Deus.
Deus me abençoou e deu-me condição de hoje poder lhe escrever isso, um pequeno resumo de minhas lutas.
Não entendo suas palavras, você sequer sabe de minhas lutas e tragédias pessoais e sequer passoubum fiapo sequer do que já passei.
Não sei se lerá até aqui, mas se perco meu tempo escrevendo isso e dia após dia quando lhe encontro, exorto-o a estudar é porque quero ver o melhor para sua vida, pois diferente do que você sente por mim, desejando-me que eu desista de tudo o quê me esforcei tanto para conquistar, eu desejo-lhe tudo de bom e do melhor, mesmo que você não se esforce a altura.
Eu te amo incondicionalmente, mesmo que sequer pense em me compreender.
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São Francisco
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz! Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.Onde houver discórdia, que eu leve a união Onde houver dúvidas, que eu leve a fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança.Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado. Pois é dando, que se recebe, é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive para a vida eterna!
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Balança Comercial
A imprensa brasileira parece comemorar o pior resultado da Balança Comercial Brasileira (Exportações X Importações) desde 1998. O problema (para a mesma imprensa) é que os números podem ser colocados lado a lado, fazendo um comparativo entre governos distintos, desde Itamar Franco.
tamar = Saldo de 23,378 bi
FHC = Déficit de 9,76 bi
Lula = Saldo de 259,442 bi
Dilma = Saldo de 47,859 bi
Em 2002, último ano do governo FHC, foram US$ 60,3 bilhões em exportações. Em 2014 o volume chegou a US$ 225,1 bilhões, menor que os US$ 242 bilhões do ano passado, mas ainda assim quase quatro vezes maior que o último ano da gestão do ex-presidente tucano.
Os dados são do Banco Central do Brasil e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
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Petróleo
A crise mundial de 1974 foi deflagrada pelo aumento abusivo do Petróleo pelo cartel árabe. Naquela época não existia as reservas recém descobertas. Se mantiverem o preço baixo o saldo da balança comercial no Brasil ficará mais positiva pois ainda importamos Diesel.
O sucesso da Petrobrás na “captura” de Petróleo e na obtenção de seus derivados é luta de brasileiros para brasileiros. Luta essa que se fosse nos EUA estariam parabenizando, na Europa agradecendo, na Asia enaltecendo, mas no Brasil o famoso “complexo de vira latas” estão criticando como se criticar fosse desmerecer os petistas, sendo que a Petrobrás é brasileira.
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PP
O criminoso beneficiado pela frouxidão das leis sai da cadeia e ou da delegacia mediante uma fiança e em seguida (horas, dias, semanas ou meses), volta a cometer seu crime, tornando-se reincidente. O terrorista entra na lista de eventuais criminosos e assim que se descuidam cometem massacres contra a dignidade humana. O corrupto passa anos esperando sua eventual condenação e mantém seus “direitos” políticos. As favelas pegam fogo com suas tragédias anunciadas e os morros deslizam após placas da defesa civil avisarem que vai cair e os raios matam os turistas que insistem em manter o pé n’agua apesar das trovoadas.
O que fazer? Endurecer as leis? Pena de morte?
Todos os gênios em suas mansardas tem sua opinião, como poetisou Fernando Pessoa em Tabacaria.
Eu tenho as minhas, entre elas a criação da Polícia Preventiva.
Enquanto não se criar a PP (Polícia Preventiva), de responsabilidade da União com o claro objetivo de prevenir a criminalidade, todos serão reféns do “consertar depois que a porta foi arrombada”, enquanto viciados buscam o roubo para manter sua escravidão, reincidentes buscam o latrocínio ao voltar a sociedade, políticos gananciosos buscam a corrupção para formar riquezas para si e seus partidos, fazendeiros “grileiros” buscam a desmatacão para ampliar sua riqueza e toda sorte de mal caráter buscam a brecha da lei para sair das condenações e seu devido cumprimento, nós continuaremos a assistir a barbárie humana. A PP evitaria os arrastões, o desmatamento, a reincidência, o terrorismo e ao antever a ação de eventuais indícios de criminalidade e sem uso de armas de fogo e sim com tecnologia ( armas não letais, tornozeleiras com GPS, fiscalização de enriquecimento ilícitos), haveria a chance das Polícias militares e judiciárias ainda subordinadas aos Estados e as Polícias municipais se ocuparem com a diminuição das ações corretivas.
Vimos na França um reincidente e 2 fichados como elementos terroristas cometerem o “11 de Setembro” Francês, por não existir nenhuma ferramenta do Estado em prevenir tais atrocidades. Nem inteligência francesa, nem CIA, Interpol ou qualquer outra tem Know How ou condições de agir PREVENTIVAMENTE.
Um dia teremos legisladores democratas que construirão condições para que a educação moral e cívica, acompanhada de ética elaborem e regulamentem a atividade das PP’s.
Além é claro dos investimentos maciços em educação.
E a atuação enérgica da Policia militar e judiciária, que corretivamente continuará a atuar.
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