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Kelsen

No mundo pré nazismo, Kelsen pregava que o direito deveria ser orientado pela lei, e outro Jurista chamado Schmidt pregava que o direito deveria ser orientado pela política. Na época venceu o método e pensamento de Schmidt e por isso o nazismo cresceu e teve respaldo legal, validado inclusive pela antiga Liga das Nações. Com o fim do nazismo o mundo criou a ONU, e declarou que Kelsen estava certo e desde então o mundo civilizado reconhece que o direito e a justiça são regidos pela lei, independente de quem está na política.

Seja feita a TUA vontade.

​Tenho notado que em determinado momento da vida, Deus em sua infinita sabedoria, parece conceder à pessoa aquilo que ela tanto deseja em seu coração, *mas* pacientemente, tal qual um pai que ensina o filho a pedalar, observa, ampara pra não cair e aguarda o momento da iluminação.

Iluminado, consciente, o ser humano agradece a Deus por ter lhe dado o que pedimos em toda oração: …Que seja feita a *TUA* vontade, assim na Terra como no céu…

Medo

O medo da democracia eleva o ser humano à escravidão.

Feliz Natal

​Quando Jesus foi condenado pelo juiz Pilatos, o povo manipulado bradava o nome do bandido Barrabás.
Jesus inocente, lutou contra corruptos e poderosos e recebeu em troca o desprezo dos ricos (não quiseram dividir suas riquezas com os mais necessitados e seguir Jesus), o desprezo dos altos sacerdotes (não queriam perder suas benesses), o desprezo dos governantes (riam de Jesus), o desprezo dos juízes (condenando um inocente).
Nosso Mestre Jesus vem aí de novo, como faz todo ano, nascendo numa manjedoura, pobrezinho, amparado somente por Maria e José.
Cuidado com os falsos profetas, certamente não são juízes, governantes, poderosos ou quem obstrui os direitos das viúvas, dos pobres e dos humildes de coração.
Lembre-se, estar do lado de Jesus é :
“São Mateus 25,34-40

[34]Então o Rei dirá aos que estão à direita: – Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo,

[35]porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes;

[36]nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.

[37]Perguntar-lhe-ão os justos: – Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber?

[38]Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?

[39]Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?

[40]Responderá o Rei: – Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.”
Vamos receber o menino Jesus!
Feliz Natal.

A Luta pelo Direito

Luta e firmeza são as condições para a construção e a manutenção de direitos, que não são dados espontaneamente pela natureza; direitos são duramente conquistados e mais duramente ainda mantidos: “Todos os direitos da humanidade foram conquistados na luta: todas as regras importantes do direito devem ter sido, na sua origem, arrancadas àquelas que a elas se opunham, e todo o direito, direito de um povo ou direito de um particular, faz-se presumir que se esteja decidido a mantê-lo com firmeza” Rudolf Von Ihering

Sônia Kovacs te amo

Nesse dia dos namorados, não escrevo para minha amada e eterna namorada Sônia Kovacs.

Escrevo a todos que nesse dia ficam tristes por não ter um amor.

Acredite, o amor existe.

Vários exemplos verá hoje registrado nas redes sociais.

Mas o meu testemunho nesse quesito irá lhe convencer.

O amor de minha vida é perfeito?

Claro, pois amo a tal qual ela é, sem uma só necessidade de mudança.

O amor de minha vida é eterno?

Sim, pois para o amor não há tempo e espaço.

O amor de minha vida me completa?

Sim, pois falho sou eu e a sua perfeição preenche minhas falhas.

O amor de minha vida é ciumenta?

Claro que não, ela tem plena convicção de que a amo.

O amor de minha vida encara as dificuldades comigo?

Sem pestanejar, alimenta minhas esperanças, fortalece-me nas fraquezas e ampara-me nas minhas quedas.

O amor da minha vida organiza a minha vida?

Sim, gosto desse cuidado que tem por mim…

Por fim, o amor de minha vida, terá fim?

Claro, todo dia acordo e recomeço um novo amor por ela.

Te amo amor.

COMUNHÃO

Quanto mais próximos de Deus, mais sentimos sua presença e o senso de justiça, caridade e misericórdia crescem em nossa vida. E como se aproximar de Deus? Com a comunhão. Por isso a importância de frequentar sua igreja e na comunhão do pão e cálice de Jesus, seu sangue e corpo, em memória de Jesus ressuscitado.
Para Deus não há tempo e espaço, comungar com Jesus é como estar síncrono com o momento exato da Santa Ceia.
Não é uma questão de interpretação, mas sim de sensação.
De fé em Deus, em Nosso Senhor Jesus Cristo.

64 e 16 a escolha do Brasil

Será o fim da república e da democracia?

Humildemente, transcrevo abaixo um texto para reflexão:

Por volta de 1940, a reputação de Kelsen já estava bem estabelecida nos Estados Unidos por sua defesa da democracia e pela Teoria Pura do Direito (Reine Rechtslehre). A estatura acadêmica de Kelsen excedeu a teoria legal e alargou a filosofia política e teoria social. Sua influência abrange os campos da filosofia, ciência jurídica, a sociologia, a teoria da democracia e relações internacionais.

Um dos principais rivais que Kelsen teve em sua carreira foi o nazista Carl Schmitt, 

Com Schmitt, Kelsen travou o famoso debate sobre quem deveria ser o Guardião da Constituição (a expressão “guarda da Constituição” aparece na Constituição Federal brasileira em seu art. 102, que a atribui ao Supremo Tribunal Federal, bem como em seu art. 2.

Para Schmitt, em obra publicada originalmente em 1929 sob o título “Das Reichgerichts als Hüter der Verfassung”, e republicada em uma versão ampliada em1931, sob o título de “O Guardião da Constituição” (Der Hüter der Verfassung), a Guarda da Constituição era uma função de natureza política, e não jurídica

Kelsen publicou uma reposta com o título “Quem deve ser o guardião da Constituição?”. Em tal obra, refutou o argumento de Schmitt, expressando que, se por “natureza política” Schmitt entendia a solução de controvérsias de grande repercussão social, isso não a diferenciava da “natureza jurídica”, pois o Direito, assim como a política, sempre teve a função de solucionar questões sociais controversas de grande repercussão, e defendeu a importância de tal função ser desempenhada por um Tribunal Constitucional em uma democracia moderna, formado por magistrados, profissionais preparados, o que garantiria uma maior imparcialidade nas decisões, 

Entretanto, a teoria que triunfou na época foi a de Schmitt, devido a ascensão do III Reich alemão. A teoria de Kelsen só veio a triunfar no pós-guerra, com o restabelecimento da democracia.

Entramos a partir da desMOROlização do Judiciário, no fim do Estado de Direito. No fim da república. No fim da democracia.

Ou um juiz de 1° Instância, poderá calar a voz da legalidade, do Supremo, da OAB e da luta de brasileiros que prezam a lei e a ordem.

Acredito na legalidade, acredito no Estado de Direito e como dizia Sobral Pinto, na verdade e na Justiça.

E você?

Kelsen ou Schmitt?

O Brasil depende dessa sua opção.

Bilhete para um operário

Bilhete pra um operário

Por Lourenço Diaféria

Pegaram um dia um operário e disseram-lhe:
Senta-te no banco dos réus.
És acusado de haveres nascido com sonhos na cabeça. És acusado de teres os cabelos
encaracolados. És acusado de teres bigodes vastos, negros, provocativos.
És acusado de teres alguns pedaços de dedos a menos que o comum dos mortais, podados pelas engrenagens das máquinas.
És acusado de ficares pelas esquinas conversando em voz baixa com amigos enquanto a luz dos postes te ilumina o suor do rosto. És acusado de terem te visto no bar dando gargalhadas.
És acusado de tua casa ter um pequeno jardim com grama e flores.
És acusado de conheceres a sinfonia das sirenes das fábricas anunciando a aurora do primeiro turno. És acusado de seres reconhecido na portaria e todos te cumprimentarem, e te baterem levemente nas costas com alegria, e te dizerem: olá, meu chapa.
És acusado de inventares um partido que não é o único, mas não se confunde com siglas e teorias de alfarrábios envelhecidos.
És acusado de fazeres discursos de improviso com vigor e garra que nascem do fundo das vísceras do espírito.
És acusado de não seres magro nem raquítico como teus irmãos deviam ser.
És acusado de jogares baralho e dares dores de cabeça aos homens sérios deste país. És acusado de usares gravata em vez de macacão, vestindo-te com roupas só permissíveis no enterro do melhor amigo. És acusado de freqüentar reuniões e discutires com sábios e iluminados sem pedir licença nem apresentar diploma. És acusado de te haverem visto com ministros, criaturas importantes, e não te ocorrer submeter-se a elas.
És acusado de não teres te colocado no lugar cavado para o oprimido. És acusado de haveres gritado com toda a força de teus pulmões fuliginosos.
És acusado de teres filhos bonitos e uma mulher doce, que devia ser feia e talhada a foice.
És acusado de não seres rapaz comportado, meigo, gentil, acetinado.
És acusado de conheceres a prensa, e não te afugentar o ronco que ela faz na madrugada.
És acusado de quereres a pátria livre, e livre, também, o coração e os sentimentos do homem.
És acusado de rezares e de pôr a boca no trombone quando todos se calam e descrêem de Deus e
dos homens.
És acusado de teres o desplante de ser líder num país desnaturado onde quem levanta a fronte é triturado.
És acusado de haveres perdido a paciência de esperar pelo futuro que não chega nunca.
És acusado de usares sapatos 42, de couro, quando o normal é sandália havaiana.
És acusado de romperes as cadeias invisíveis que amarram teus braços peludos e tuas mãos penadas.
És acusado de atraíres os operários com tua voz, teu berro, teu silêncio, teu olhar, tua dor, tua ânsia, teu mistério, e saberes contar, sorrindo, tristes histórias recolhidas em barracos e cômodos-e-cozinhas.
És acusado de estares em pé, quando devias estar de bruços, de borco, exangue e vencido.
És acusado de não seres o que queriam que tu fosses.
Meu caro operário sentado no banco dos réus, por favor, recebe este recado:
Se existir mesmo essa senhora difusa e vaga a que chamam Justiça, confia nela.
Não creio que essa matrona seja cega.
 

* Texto de Lourenço Diaféria , publicado no Jornal Folha de São Paulo, no dia 15/09/80.

Metalúrgicos

Nós somos metalúrgicos, forjados a ferro e fogo e as labaredas ora amarelas, ora vermelhas, dependem única e exclusivamente do quanto de combustível a luta por emprego necessitará.
O combustível é a luta, a ferramenta é a união e o resultado é o pleno emprego.

Porém sem medidas realistas nada vai acontecer. O tripé construção civil, indústria automobilística e o preço do petróleo são fatores que sem o devido incentivo a economia não irá aquecer. Permita o saque do FGTS para o 2° imóvel, (fomentando a construção civil), aumente o FINAME ( fomentando a venda de caminhões e tratores) e diminua o preço do diesel (aumentando o lucro de quem compra caminhão) e verá algo acontecer. Caso contrário de novo estarão em reuniões extraordinárias e nós em passeatas.